19-04-2017

Doenças negligenciadas

Número divulgado em abril pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que mais de um bilhão de pessoas obtiveram acesso ao tratamento de Doenças Tropicais Negligenciadas (DNTs), como elefantíase, raiva e leishmaniose.

As DTNs incluem infecções diversas (dengue, raiva, hanseníase, elefantíase, leishmaniose, doença de Chagas, esquistossomose, entre outras), capazes de debilitar, cegar, mutilar ou desfigurar os afetados.  Estão fortemente associadas à pobreza, sendo que se disseminam com mais facilidade nas partes mais quentes do planeta.

Saúde global
No relatório “Integrando Doenças Tropicais Negligenciadas à Saúde Global e ao Desenvolvimento”, a OMS aponta conquistas inéditas ao longo dos últimos dez anos — período em que tiveram início as atividades de uma parceria global voltada para mitigar as crises geradas por esses problemas de saúde.

Em 2015, 556 milhões de pessoas receberam tratamento preventivo para elefantíase. No mesmo ano, mais de 185 mil pacientes com tracoma puderam fazer a cirurgia de triquíase em todo o mundo, e mais de 56 milhões de pessoas tiveram acesso a antibióticos para tratar a doença. O tracoma é a principal causa infecciosa da cegueira.

Os casos de tripanossomíase humana africana (também chamada “doença do sono”) passaram de 37 mil novas ocorrências em 1999 para menos de três mil casos em 2015. Também há dois anos, somente 12 mortes notificadas foram atribuídas à raiva nas Américas.

Apesar dos avanços, o organismo internacional alerta que as DTNs ainda causam 534 mil mortes por ano.

O levantamento da agência da ONU foi publicado no mesmo dia em que teve início, em Genebra, a Reunião de Parceiros Globais sobre DTNs.

Fonte: site da ONU, versão Brasil


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