01-11-2019

Assistência à morte 

Uma enfermeira do Arizona, EUA, afirma ser inocente da acusação de assassinato, depois de haver sido acusada de participar da morte de um amigo por injeção de drogas letais. 

Em uma breve declaração à imprensa em 04 de novembro, o promotor Todd Spitzer alegou que Kristie Jane Koepplin, 58 anos, ajudou Matthew Peter Sokalski, 57 anos, a morrer em abril de 2018, injetando drogas letais.  Uma investigação sobre a morte foi aberta, depois que o corpo foi descoberto por funcionários de um hotel na Califórnia.

Regras

Conforme o promotor, “o direito de morrer, na Califórnia, rege estritamente as condições sob as quais os pacientes adultos em estado terminal, com capacidade de tomar decisões médicas, podem receber uma medicação que ajuda a morrer”. Porém, segundo ele, esse não foi o caso.

“É mais do que perturbador que alguém que seja treinado como enfermeira para ajudar os doentes e os moribundos inverta seu dever, ao acabar voluntariamente com a vida de outro ser humano”. 

De acordo com as (poucas) notícias divulgadas pela imprensa, a enfermeira e o homem que morreu eram amigos há vários anos. Ao que tudo indica, ele teria solicitado ajuda para se suicidar em um período de “perturbação mental”. 

O advogado da réu considera a história um absurdo, alegando que a imprensa e a Justiça estavam criando uma aura de “anjo da morte” em torno de a pessoa errada.  “Não acredito que minha cliente tenha concordado com qualquer pedido.

Se você olhar para a declaração de imprensa do promotor, há uma enorme manifestação de fé – e quase nada capaz de levar à acusação de suicídio assistido”.

De qualquer maneira, a enfermeira foi acusada de homicídio culposo e libertada sob custodia, depois de pagar uma fiação de US $ 1 milhão. Como condições de sua libertação, mas não pode deixar a Califórnia ou praticar enfermagem. 

Fonte: The Washington Post 


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