11-05-2017

Zika controlado

O Ministério da Saúde declarou, no dia 11 de maio, o fim da emergência nacional decretada em novembro de 2015 em virtude do zika vírus – e suas associações com microcefalia e outras consequências neurológicas. Conforme o Governo, “o Brasil não preenche mais os requisitos exigidos para manter o estado de emergência, segundo os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS)”, isto é, o surgimento de casos “incomuns ou inesperados”.  

Segundo Adeilson Loureiro, secretário de Vigilância em Saúde, já há conhecimento científico suficiente em relação à transmissão e prevenção. “A própria mobilização, do ponto de vista de pesquisa, de insumos e de recursos foi suficiente. Os estudos continuam, e vamos prosseguir na rotina de combate às arboviroses".

Redução
O Ministério da Saúde informa que “os dados de microcefalia têm apresentado redução importante no número de casos novos notificados a cada semana, desde maio de 2016”. Os mensais têm se mantido em 2%, desde janeiro deste ano; no pico de microcefalia, em dezembro de 2015, foi registrado aumento de 135% nas notificações.

Para o Ministério, o conjunto de ações voltadas à eliminação do mosquito Aedes aegypti contribuiu para a contenção da epidemia. Além disso, há uma maior proteção pessoal da população, escassez de chuvas em determinadas regiões do país, e o aumento da imunização natural que as pessoas adquirem ao ter alguma das doenças em anos anteriores.

No mais recente boletim epidemiológico, entre um de janeiro e 15 de abril de 2017, houve redução de 90,3% dos casos de dengue; 95,3% de zika; e 68,1% de chikungunya, em relação ao mesmo período de 2016.

Fonte: site Terra.com 


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