31-07-2016

“Na Lata”

Artigo trazido pelo jornal Folha de S. Paulo aborda repercussão que “diagnósticos insensíveis” podem ter em tratamentos médicos.

Segundo o texto, trata-se de tema pouco estudado e discutido, mas que está ganhando seu espaço, como aconteceu em recente evento médico realizado em Fortaleza, no Ceará.

Na ocasião, a assistente social e pesquisadora Naira Lemos, da Unifesp, explica que, nos últimos tempos, o conceito de iatrogenia tem sido discutido ampliado a várias situações no contexto médico, pela possibilidade de causar danos emocionais ou psíquicos aos pacientes e familiares.

Citou como exemplo o caso de um médico que, em hospital público, levantou – aos gritos e no meio de um corredor cheio –, sua suspeita de que idosa estava sofrendo maus tratos por parte de parentes.

Em outro caso, mencionou mulher de 30 anos, recém-casada e com um bebê de colo, com diagnóstico de tumor cerebral. Atordoado, o marido perguntou ao médico o que poderiam esperar “daqui para frente” ao que o médico respondeu: “a morte”.

Falando à Folha, Luciana Holtz, presidente do Instituto Oncoguia (ONG destinada a pacientes de câncer) opinou que a fala médica inadequada “interfere na motivação e na adesão do paciente ao tratamento”.

Fonte: Folha de S. Paulo


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